hoje estava sóbria, bem sóbria, infelizmente, quando te decidi dizer adeus. aliás a ti e ao meu bem mais precioso, foste tu que o mataste. lentamente apoderaste-te das minhas palavras e rapidamente fizeste com que elas passassem a ser um desperdício. rapidamente, fizeste com que deixasse de fazer sentido para mim escreve-las. rapidamente me deixaste na merda.
se ontem nao tivesse voltado a saber os teus lençois de cor, talvez nada disto estivesse a acontecer agora. mas, meu amor, foi mais forte que nós eu sei. tornamo-nos animais, fodemos e gostamos. fodemo-nos e gostamos ainda mais, de outra forma nao continuariamos.
talvez me despeça tambem da tua loirinha, sao um belo casal, felicidades. nao ha mais lugar para os dois.
hoje sim, é o fim do fim, porque ja tenho merda que chegue que me obriga a sobreviver.
a partir de hoje a sobrevivencia nao deve ser uma opção.
talvez mude tudo, quem sabe, odeio ter treze anos, talvez mude isso também.
não quero mais deparar-me com pedofilia.
faltam dois dias para o teu aniversário, talvez te dê os parabéns , não sei, talvez aproveite para me despedir de ti.
adeus, serás sempre o meu cabrãozinho de estimação.
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