quinta-feira, 25 de agosto de 2011

hoje estava sóbria, bem sóbria, infelizmente, quando te decidi dizer adeus. aliás a ti e ao meu bem mais precioso, foste tu que o mataste. lentamente apoderaste-te das minhas palavras e rapidamente fizeste com que elas passassem a ser um desperdício. rapidamente, fizeste com que deixasse de fazer sentido para mim escreve-las. rapidamente me deixaste na merda.


se ontem nao tivesse voltado a saber os teus lençois de cor, talvez nada disto estivesse a acontecer agora. mas, meu amor, foi mais forte que nós eu sei. tornamo-nos animais, fodemos e gostamos. fodemo-nos e gostamos ainda mais, de outra forma nao continuariamos.


talvez me despeça tambem da tua loirinha, sao um belo casal, felicidades. nao ha mais lugar para os dois.


hoje sim, é o fim do fim, porque ja tenho merda que chegue que me obriga a sobreviver.


a partir de hoje a sobrevivencia nao deve ser uma opção.


talvez mude tudo, quem sabe, odeio ter treze anos, talvez mude isso também.


não quero mais deparar-me com pedofilia.


faltam dois dias para o teu aniversário, talvez te dê os parabéns , não sei, talvez aproveite para me despedir de ti.


adeus, serás sempre o meu cabrãozinho de estimação.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011










sometimes, the future is too much .















unfortunately .