... e assim se destroem o sonhos .
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
hoje estava sóbria, bem sóbria, infelizmente, quando te decidi dizer adeus. aliás a ti e ao meu bem mais precioso, foste tu que o mataste. lentamente apoderaste-te das minhas palavras e rapidamente fizeste com que elas passassem a ser um desperdício. rapidamente, fizeste com que deixasse de fazer sentido para mim escreve-las. rapidamente me deixaste na merda.
se ontem nao tivesse voltado a saber os teus lençois de cor, talvez nada disto estivesse a acontecer agora. mas, meu amor, foi mais forte que nós eu sei. tornamo-nos animais, fodemos e gostamos. fodemo-nos e gostamos ainda mais, de outra forma nao continuariamos.
talvez me despeça tambem da tua loirinha, sao um belo casal, felicidades. nao ha mais lugar para os dois.
hoje sim, é o fim do fim, porque ja tenho merda que chegue que me obriga a sobreviver.
a partir de hoje a sobrevivencia nao deve ser uma opção.
talvez mude tudo, quem sabe, odeio ter treze anos, talvez mude isso também.
não quero mais deparar-me com pedofilia.
faltam dois dias para o teu aniversário, talvez te dê os parabéns , não sei, talvez aproveite para me despedir de ti.
adeus, serás sempre o meu cabrãozinho de estimação.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
i love this place , but it's haunted without you
my tired heart is beating so slow
our hearts sing less than we wanted
we wanted
our hearts sing 'cause we do not know
we do not know
to light the night
to help us grow
it is not said i always know
you can catch me
don't you run , don't you run
if you live another day in this happy little house
the fire's here to stay
please don't make a fuss
it won't go away
the wonder of it all
i am here to stay , i am here to stay
stay .
sábado, 25 de junho de 2011
fodemos a vida quando vamos, nos apaixonámos e não conseguimos regressar. fodemos a vida , quando recusamos a realidade. quando renegamos a hipótese de sequer nos amarmos , a medo , que sejamos consumidos pelo amor. quando encaramos uma realidade mergulhada em facilitismo. quando nos rendemos ao dia de ontem. quando tudo o que fazemos é pensar, sem nunca chegar a fazer. quando perdemos a coragem de amar. de sentir, de descansar, de dormir com uma almofada vazia ao nosso lado. quando nos entregamos de alma ao medo.
fodemos a vida quando pensamos o quanto ela é fofida.
fodi a vida quando te arranquei a almofada à força e impedi que te deitasses comigo. quando estranhei o teu toque, o teu olhar, o teu sorriso e as tuas palavras.
fodi a vida quando pus em hipótese amar-te.
fodemos a vida quando nos conhecemos
fodemos a vida quando pensamos o quanto ela é fofida.
fodi a vida quando te arranquei a almofada à força e impedi que te deitasses comigo. quando estranhei o teu toque, o teu olhar, o teu sorriso e as tuas palavras.
fodi a vida quando pus em hipótese amar-te.
fodemos a vida quando nos conhecemos
e nem nos apercebemos dos danos.
sábado, 30 de abril de 2011
a dor e o prazer são universais . sabias ?
não quero ser mais do que alguém, mais do que uma mera pessoa que respira para poder continuar a viver e para não cair na tentação de deixar tudo para trás.
isto simplesmente porque ultimamente tem-me doído viver . talvez por não me sentir no meu corpo. talvez por me parecer tudo errado. talvez por a tentação ser maior do que eu. talvez por ser tão pequena num mundo tão grande, com pessoas à medida. e eu perdida sem saber onde me enfiar.
talvez não pertença aqui, sinceramente, é o que eu acho.
talvez a minha idade sejam realmente os treze anos.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
deixaste a porta do quarto aberta. como fazes sempre quando dormes cá em casa.
adormeço contigo. acordo com uma almofada vazia ao meu lado, para mais tarde ser ocupada novamente.
desta vez não deixaste nenhum recado na porta. não sei onde foste. não sei se voltas. sei que te amo.
vou continuar com duas almofadas na cama, só para o caso.
mas Ela não pode saber, vai-me chamar de cobarde. é o nosso segredo.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
sábado, 12 de março de 2011
se lhe tivesses de dizer uma última palavra, qual seria ?
se te dissesse que me quero despedir dele, acreditavas ? dás-me uma palavra para que seja a nossa última ?
quero que a nossa última palavra seja tudo menos adeus .
quero que a nossa despedida não seja sincera, não quero que hajam últimas vezes.
não gosto.
se lhe tivesses de dizer uma última palavra? eu chamar-lhe-ia: Adão .
maria carvalho , tatiana rocha .
se te dissesse que me quero despedir dele, acreditavas ? dás-me uma palavra para que seja a nossa última ?
quero que a nossa última palavra seja tudo menos adeus .
quero que a nossa despedida não seja sincera, não quero que hajam últimas vezes.
não gosto.
se lhe tivesses de dizer uma última palavra? eu chamar-lhe-ia: Adão .
maria carvalho , tatiana rocha .
coisas . de duas cores e feitios .
sábado, 19 de fevereiro de 2011
agora, que também já sabes, é preciso ter mais cuidado com as palavras que escrever a azul, não é ?
eu preciso de acreditar que não há nada para saberes . é a única maneira de eu continuar a adormecer com as palavras dele . tornou-se um hábito, um vício .
não seria muito melhor se ele me tivesse deixado logo na merda ? sempre foi feliz sem mim , não mudaria agora .
de certeza que não sou a única a adormecer com as palavras dele .
sabes ? somos feitos da mesma matéria que os sonhos . nunca vai passar disso , eu sei , eu tenho a certeza .
domingo, 6 de fevereiro de 2011
já estou farta de escrever sobre ti. já gastei tantas palavras à tua custa. gastei tantas horas de sono. tantas conversas. tantas lágrimas. gastei tanto tempo à tua custa. fodeste-me a vida por milésimas de segundo.
apercebi-me que não posso deixar que isso volte a acontecer. (Teresa e Pedro aceitam respeitar-se e amar-se até que a morte vos separe? sim; sim. Estado actual, divorciados.)
nem toda a gente cumpre com o que diz, não posso deixar que volte a acontecer, mas não sei se vou conseguir.
Boa noite, bons sonhos.
sábado, 29 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
pintei-te de azul por alguma razão, hoje obtive a resposta. verde só há um. tu és azul.
enquanto foste o meu azul fomos felizes, mantive o teu cheiro em mim para poder caminhar em segurança, para não te perder. por alguma razão partiste, e a única coisa que deixaste foi o teu sorriso na caixa do correio, e algumas fotografias.
por alguma razão decidiste partir sem me consultar, talvez por seres azul.
enquanto foste o meu azul fomos felizes, mantive o teu cheiro em mim para poder caminhar em segurança, para não te perder. por alguma razão partiste, e a única coisa que deixaste foi o teu sorriso na caixa do correio, e algumas fotografias.
por alguma razão decidiste partir sem me consultar, talvez por seres azul.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
acho que desaprendi a minha lingua materna. talvez precise de ajuda. para voltar a escrever. para voltar a conseguir. para voltar.
acho que desaprendi a tua fala. perdi-te.
viscossuplementação.
a língua portuguesa tem destas coisas. é bonito atribuir nomes complicados, dificeis de se pronunciar, candidatos a um substituto, algo acessível. é bonito, perde o real sentido. deixa de existir dor, não se sente a picada.
viscossuplementação.
dezanove letras.
perde o real sentido, quando me chamas pelo nome. aliás, perdeu o real sentido.
maria, não foi a melhor coisa que disseste hoje.
perdi-te, neste momento.
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