cometi um erro, talvez o maior até hoje. não sei como, acho que não era bem o meu corpo. não era bem real na altura, talvez ainda não tivesse atingido totalmente a superfície da pele, até hoje.
hoje sim, é real. bastante, de mais até. é como a chuva lá fora, sei que é real, molha-me e basta.
já provei a sentença. não a levo a Ela nem a Ele comigo. talvez leve alguém que tenha interceptado a minha órbita. ou vá sozinha, porque sim. fui eu que errei quando achei que os contos de fadas acabavam todos com o "felizes para sempre".
Para Ela (na realidade).
Para Ele (em segredo).
para os dois, no fim de contas.
ResponderEliminarminha coisa, não me importa quantos sinais de trânsito me digam que a estrada que me leva a ti é sentido proibido, eu vou na mesma, nem que seja em contra-mão.
hei-de ver-te dançar, sorrir como me lembro de ti. eu sei. (Ele estará sentado ao meu lado, como sempre, a eternizar a alegria dos meus olhos)