Um choro incessante nas ruas da tua cidade. um choro, a água com que sacias a tua sede permanente. bebes, sorris e bebes mais uma vez para mais tarde no calor da noite te gabares. a água em que me afogo para mais tarde me salvares, para conseguires salvar mais uma, só mais um.
Agora, um choro incessante, nas ruas desabitadas. é o teu. o de mais ninguém.
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